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Feriados aumentam preocupação com segurança

Em ano recheado de feriados prolongados, moradores devem ficar atentos e comunicar entre si

Por: Jornal Gutierrez No dia: Em: Capital

O excesso de feriados de 2018 faz acender o sinal amarelo para os moradores de bairros de classe média e de classe média alta, como o Gutierrez. A sequência de feriados prolongados, que faz com que os moradores da região deixem suas casas para viajar, é um prato cheio para práticas criminosas, como assaltos à residência e sequestros relâmpagos. É o que alerta a Polícia Militar aos moradores, que pede atenção redobrada nestes períodos.

A Cia. 125, responsável pela patrulha na região, informa através de seus policiais que “é importante que cada vizinho conheça os hábitos e mantenha contatos com os outros, para repassar movimentações suspeitas. Os porteiros também devem estar avisados de quem viajou, para poderem avisar a polícia de qualquer anormalidade”.

Dados da Prefeitura indicam que em datas como Semana Santa, por exemplo, cerca de 500 mil pessoas saem da cidade no feriadão. Segundo a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), mais de 200 mil veículos deixam a capital mineira em um feriado deste porte.

Dicas da PM para feriados

- Procure deixar as chaves de sua residência com um parente ou vizinho de confiança para que ele ascenda e apague as luzes diariamente e abra as janelas, para indicar que há movimentação na casa.

- Procure avisar os vizinhos de sua viagem, deixando telefones para eventual contato.

- Se ficar muito tempo fora, cancele serviços e encomendas.

- Peça ao vizinho que ele pegue suas correspondências (caixa cheia é sinal de gente fora de casa).

- Se levar o carro para lavar antes da viagem, separe o molho de chaves do carro e casa e guarde o da casa com você.

- Nunca deixe chaves em tapetes, debaixo de vasos ou próximas à entrada.

Rede de Vizinhos

A Rede de Vizinhos Protegidos, modelo consagrado de proteção praticado em vários bairros de BH é um projeto que se baseia na participação comunitária a partir da troca de informações entre os moradores, que atuam como verdadeiras “câmeras vivas”, com orientação da polícia. A rede funciona como uma espécie de Central Inteligente, pela qual os moradores trocam informações entre si e repassam para a polícia qualquer atitude suspeita, ou fora da rotina normal da rua, que possa significar uma ação criminosa.

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