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Você sabe o que é economia compartilhada?

Especialista tira dúvidas e explica sobre modelo que surge das novas demandas dos consumidores

Por: Jornal Gutierrez No dia: Em: Geral

Quando os aplicativos para transporte de veículos iniciaram suas atividades no Brasil, uma avalanche de conflitos, dúvidas e desafios surgiram no seio social. Modelos de produção e organização do trabalho foram chacolhados, retirados de sua zona de conforto e, por final, postos a prova, quanto a sua real necessidade, em um mercado consumidor que desenvolveu novos parâmetros para valorizar a importância e qualidade de um serviço ou produto.

Acontece que os aplicativos de transporte são apenas a ponta do iceberg que a revolução digital está promovendo atualmente. O Brasil, assim como a maior parte do globo, está vivenciando o fortalecimento de um novo modelo econômico, pautado na sustentabilidade, liberdade do consumidor e acessibilidade.

 

Dentre as grandes forças desta quarta revolução industrial, encontra-se a economia compartilhada. Trata-se de um modelo econômico que surgiu na década de noventa nos EUA, ganhando força e dinamismo para, certamente, consolidar-se como grande modelo de trabalho de base sólida e concreta.

O sistema tem como causa a preocupação com a sustentabilidade ambiental, a busca constante por ofertar produtos e serviços em escala, o enfrentamento das crises globais e, principalmente, as oportunidades que a internet e as novas tecnologias ofertam para o mercado consumidor, tornando-a uma ferramenta de instrumentalização para novos modelos de negócios.

Definição

A economia compartilhada pode ser definida como sendo aquela onde a forma de produção e organização de trabalho é desenvolvida para ofertar bens e serviços a serem compartilhados entre consumidores diversos. Trata-se de um sistema híbrido, pautado na posse provisória a partir do compartilhamento de bens em detrimento da compra da mercadoria pelo particular.

Ou seja, o sistema, visa ofertar ao consumidor formas de atender seus desejos e vontades, por meio de locação provisória de algum bem atrelado a algum serviço, fazendo com que a necessidade de aquisição permanente do bem se torne desnecessária. 

Carros, malas de viagem, casas de veraneio, roupas para eventos sociais, equipamentos eletrônicos profissionais, espaços de trabalho, serviços de secretariado executivo e brinquedos são apenas alguns exemplos de modelos de negócios em alta no Brasil, onde seus empreendedores estão vendo a crise econômica pelo retrovisor.

Emprego

São oportunidades que estão gerando empregos, agregando renda e estão ávidos por expansão de seus empreendimentos. A Forbes apontou que o modelo de compartilhamento econômico gerou U$ 3,5 bilhões no último ano nos EUA, projetando um crescimento de 25% para o de 2019. No Brasil, 79% dos consumidores consideram que a economia compartilhada irá facilitar sua vida e 68% pretendem usufruir de alguma atividade ligada ao setor nos próximos dois anos.

A nossa história está repleta de exemplos de revoluções e oportunidades que surgiram em tempos difíceis. É notório que estamos no curso de uma nova revolução do modo de vida e de trabalho. Aquilo que estamos acostumados a fazer e vivenciar não fará muito sentido no futuro próximo. Precisamos abrir nossos olhos para as ferramentas que estão a nossa frente, enxergando as oportunidades e caminhos que estão ao nosso alcance para a superação da crise econômica.

 

*Henrique R Lelis, Advogado

Direito Empresarial – Startup – Economia Criativa 

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